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Cometa 3I/ATLAS intriga cientistas e público com origem interestelar e teorias sobre nave alienígena

Cometa 3I/ATLAS intriga cientistas e público com origem interestelar e teorias sobre nave alienígena
Cometa 3I/ATLAS intriga cientistas e público com origem interestelar e teorias sobre nave alienígena 2

O cometa 3I/ATLAS, descoberto em 1º de julho de 2025 pelo telescópio ATLAS no Chile, está cruzando o Sistema Solar em uma trajetória hiperbólica que indica origem fora da nossa galáxia.

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A NASA confirmou que o objeto é o terceiro corpo interestelar já identificado, e sua aproximação à Terra — prevista para outubro de 2025 — tem despertado curiosidade global por seu comportamento incomum e especulações sobre ser uma possível nave alienígena.

O 3I/ATLAS é um cometa interestelar, ou seja, um corpo celeste que não pertence ao Sistema Solar. Sua trajetória não segue uma órbita fechada ao redor do Sol, o que reforça sua origem extragaláctica.

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Ele se aproximará do Sol em 30 de outubro de 2025, atingindo cerca de 130 milhões de milhas de distância — dentro da órbita de Marte.

Desde sua descoberta, o cometa tem sido observado por telescópios ao redor do mundo, incluindo o Hubble, que registrou uma estrutura em forma de casulo de poeira ao redor de seu núcleo gelado.

3:

Estima-se que o 3I/ATLAS tenha tamanho semelhante ao de outros cometas conhecidos, mas sua velocidade e trajetória altamente ordenada levantaram suspeitas entre alguns pesquisadores.

O físico teórico Avi Loeb, da Universidade de Harvard, reacendeu o debate ao sugerir que não se deve descartar a hipótese de que o 3I/ATLAS seja uma sonda alienígena.

“Precisamos manter a mente aberta. Objetos com comportamento tão incomum podem ser naturais — ou não,” afirmou Loeb em entrevista recente.

A transmissão ao vivo de canais especializados em astronomia, como o NaLataDriver, tem atraído milhares de espectadores interessados em acompanhar o cometa em tempo real e discutir teorias sobre sua origem.

Entre os temas abordados estão a possibilidade de o cometa conter antimatéria, sua velocidade incomum e até mesmo a ideia de que ele tenta “se esconder” dos observadores terrestres.

Apesar das especulações, a posição oficial da NASA e da comunidade científica é clara: trata-se de um cometa natural, sem risco de colisão com a Terra. O ponto mais próximo do planeta será de 1,8 unidades astronômicas — cerca de 270 milhões de quilômetros.

O cometa 3I/ATLAS continuará visível até setembro de 2025, antes de passar próximo ao Sol e reaparecer em dezembro para novas observações. A expectativa é que sua passagem contribua para o avanço dos estudos sobre objetos interestelares e inspire novas missões de rastreamento e análise.

A presença de um cometa interestelar como o 3I/ATLAS é extremamente rara e oferece uma oportunidade única para a ciência entender melhor os corpos vindos de fora do Sistema Solar.

Além disso, o fascínio público por possíveis sinais de vida inteligente reforça o interesse coletivo por descobertas espaciais e pelo futuro da exploração cósmica.

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