Polícia Civil do Espírito Santo elucidou o feminicídio em Guarapari com prisão rápida do suspeito, que confessou o crime.

Guarapari, 18 de novembro de 2025 — A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari, esclareceu em tempo recorde o feminicídio em Guarapari que vitimou Jamila Santos Alves, de 23 anos. O crime ocorreu na manhã desta terça-feira (18), na Praia do Riacho, bairro Lameirão, e em menos de três horas o principal suspeito foi localizado e preso em flagrante no bairro Praia do Morro.
Ação imediata da polícia
- A equipe da DHPP foi acionada às 8h30 para atender à ocorrência de encontro de cadáver na Praia do Riacho.
- No local, os policiais iniciaram diligências e reuniram informações que apontaram para um homem de 35 anos, ex-companheiro da vítima, como autor do crime.
- Às 11h, o suspeito foi localizado e preso em flagrante, portando objetos pessoais de Jamila.
Confissão e motivação
Durante o interrogatório conduzido pelo delegado Franco Malini, chefe da DHPP de Guarapari, o homem confessou o feminicídio. Ele relatou que utilizou uma garrafa para golpear Jamila no pescoço e na cabeça, motivado pela não aceitação do término do relacionamento.
Enquadramento legal
O suspeito foi autuado em flagrante por feminicídio consumado, conforme previsto no artigo 121-A, § 2º, inciso V, do Código Penal. Após os procedimentos, foi encaminhado ao presídio, ficando à disposição da Justiça.
Relevância da atuação policial
A rapidez da investigação reforça a eficiência da DHPP de Guarapari no enfrentamento à violência contra a mulher. O caso evidencia a importância da resposta imediata das forças de segurança para garantir a responsabilização dos autores e a proteção da sociedade.
Conclusão
O esclarecimento do feminicídio em Guarapari em menos de três horas demonstra a capacidade investigativa da Polícia Civil e a prioridade dada aos crimes de gênero.
Você acredita que penas mais severas e investigações rápidas podem contribuir para reduzir os casos de feminicídio no Espírito Santo?