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Nova Pesquisa Indica Crescimento da Oposição à Anistia de Bolsonaro e Condenados por Tentativa de Golpe

Levantamento aponta que mais da metade dos eleitores considera justa a sentença e que ex-presidente deveria apoiar outro nome em 2026

ova Pesquisa Indica Crescimento da Oposição à Anistia de Bolsonaro e Condenados por Tentativa de Golpe
Nova Pesquisa Indica Crescimento da Oposição à Anistia de Bolsonaro e Condenados por Tentativa de Golpe 8
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A maioria dos eleitores brasileiros se opõe à anistia e à reversão de sentenças contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados condenados por tentativa de golpe, segundo a nova pesquisa Genial/Quaest. O levantamento, divulgado nesta quinta-feira (9 de Outubro de 2025), aponta que 52% dos entrevistados consideram justas as condenações, e que 76% dos eleitores de direita querem que Bolsonaro desista da candidatura de 2026 e apoie outro nome. Os dados, colhidos no cenário político federal, reforçam o peso da inelegibilidade e a pressão por renovação da liderança do campo conservador.

Oposição Crescente à Reversão de Penas

O dado de maior relevância na pesquisa é o posicionamento majoritário (52%) que considera a condenação de Bolsonaro e seus associados um ato de justiça, o que fortalece a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O tema da anistia ou redução da pena se tornou um ponto central nas discussões internas do Legislativo e entre aliados políticos, mas o desejo da população por sua rejeição demonstra um consenso cada vez maior contra a impunidade.

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O estudo da Quaest também abordou o futuro político de Bolsonaro e a sucessão dentro do seu campo ideológico. Para 76% dos entrevistados, o ex-presidente deveria desistir de uma eventual candidatura e apoiar outro nome da direita, refletindo o peso da condenação e da inelegibilidade no imaginário eleitoral.

Cenários para 2026: Polarização e Sucessão

A pesquisa também simulou diversos cenários para as eleições de 2026. Mesmo inelegível, Bolsonaro ainda mantém uma base de apoio significativa em cenários diretos, mas o estudo indica uma forte liderança do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva em confrontos de segundo turno contra outros nomes da direita, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas.

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No cenário em que a ex-primeira-dama é testada, ela pontua com 21% no primeiro turno, enquanto Lula alcança 36%. Nos confrontos diretos, Lula venceria Michelle por uma margem de doze pontos e Tarcísio por uma diferença de doze pontos, demonstrando que, apesar do forte engajamento da direita, o nome de Bolsonaro (ou seus indicados) ainda enfrenta alta rejeição e dificuldade em reverter o cenário de polarização a seu favor.

FAQ: Pesquisa Eleitoral e Jair Bolsonaro

1. Qual o principal achado da nova pesquisa Genial/Quaest sobre Bolsonaro?

O principal achado é que 52% dos eleitores brasileiros consideram justa a condenação do ex-presidente e seus associados por tentativa de golpe de estado, indicando forte oposição à anistia ou à redução das penas.

2. A maioria dos eleitores quer que Bolsonaro se candidate em 2026?

Não. A pesquisa aponta que 76% dos entrevistados acreditam que Jair Bolsonaro, inelegível, deveria abrir mão de uma eventual candidatura e apoiar outro nome para a sucessão.

3. Como a pesquisa Genial/Quaest avalia o desempenho de Lula contra candidatos da direita?

Em cenários de segundo turno, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera contra a maioria dos nomes testados da direita, como Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, com margens que variam de dez a doze pontos percentuais.

4. Qual é o percentual de rejeição a Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas?

A pesquisa indica que, embora sejam os principais nomes da direita para a sucessão, Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas ainda enfrentam rejeição considerável, o que contribui para o domínio de Lula nos cenários de segundo turno testados.

5. Quando a pesquisa foi realizada?

A pesquisa Genial/Quaest que embasa esta notícia foi realizada entre os dias 2 e 5 de outubro de 2025.

Conclusão

A polarização política segue, mas os números da pesquisa reforçam o peso do fator jurídico no cenário eleitoral de 2026! Acompanhe nossos próximos artigos para a análise completa das implicações políticas deste levantamento.

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