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Prio (PRIO3) obtém licença do Ibama para projeto de R$ 4,7 bilhões e prevê aumento de 44% na produção

Autorização para interligar poços de Wahoo ao FPSO Frade marca novo capítulo na expansão da petroleira e destrava valor para investidores.

Prio (PRIO3) obtém licença do Ibama para projeto de R$ 4,7 bilhões e prevê aumento de 44% na produção
Prio (PRIO3) obtém licença do Ibama para projeto de R$ 4,7 bilhões e prevê aumento de 44% na produção 2

Licença ambiental acelera plano de crescimento

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A petroleira Prio (PRIO3) recebeu do Ibama a licença de instalação para interligar os poços do campo de Wahoo, na Bacia de Campos, ao navio-plataforma FPSO Frade. O projeto, avaliado em US$ 870 milhões (cerca de R$ 4,7 bilhões), é considerado um marco estratégico para a companhia e deve elevar sua produção em 44% até 2026.

A interligação submarina (“tieback”) envolverá até 11 poços — sendo quatro produtores, dois injetores e cinco contingentes — conectados ao FPSO já em operação. As obras começam imediatamente, com a embarcação responsável pelo lançamento da linha rígida prevista para chegar ao Brasil em outubro.

Primeiro óleo previsto para 2026

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A expectativa é que o primeiro óleo do campo de Wahoo seja produzido entre março e abril de 2026, adicionando cerca de 40 mil barris por dia à produção da Prio. Com isso, a companhia poderá ultrapassar a marca de 200 mil barris/dia, considerando também a entrada em operação do campo de Peregrino.

No segundo trimestre de 2025, a Prio já havia registrado uma produção média de 100 mil barris/dia, consolidando sua posição como a maior petroleira independente da B3.

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Repercussão no mercado financeiro

A notícia foi bem recebida pelos investidores. As ações da Prio (PRIO3) fecharam em alta de 0,60%, cotadas a R$ 38,38, refletindo a confiança do mercado no potencial de geração de caixa e crescimento da companhia.

Analistas do Goldman Sachs, Genial Investimentos e JPMorgan classificaram a licença como um marco crucial para destravar valor no portfólio da empresa, reduzir riscos operacionais e aumentar a visibilidade do cronograma de produção.

Conclusão

Com a licença do Ibama em mãos e um cronograma já em execução, a Prio dá um passo decisivo rumo à expansão de sua produção e consolidação como protagonista entre as petroleiras brasileiras. O projeto Wahoo não apenas reforça a tese de crescimento da companhia, como também representa uma oportunidade estratégica para investidores atentos ao setor de energia.

Quer acompanhar os próximos movimentos da PRIO3? O mercado está de olho — e o petróleo segue fluindo.

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