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Protestos “No Kings” tomam as ruas em mais de 2.600 cidades

Milhões marcham nos EUA e Europa em protestos “No Kings” contra Trump; republicanos reagem com acusações de radicalismo e ameaça à ordem pública.

Protestos “No Kings” tomam as ruas em mais de 2.600 cidades
Protestos “No Kings” tomam as ruas em mais de 2.600 cidades 8
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Neste sábado, 18 de outubro de 2025, os Estados Unidos viveram um dos maiores dias de mobilização popular do ano. O movimento “No Kings”, que denuncia o autoritarismo e a centralização de poder do presidente Donald Trump, organizou manifestações em mais de 2.600 cidades norte-americanas, além de atos simultâneos em capitais europeias como Londres, Madri e Barcelona.

Os organizadores afirmam que o objetivo é “defender a democracia e rejeitar qualquer tentativa de transformar o país em uma autocracia”. A frase “No Kings” — “Sem Reis”, em tradução livre — faz referência direta à crítica de que Trump estaria governando com poderes excessivos, ignorando limites institucionais e ameaçando direitos civis.

Reações políticas e presença da Guarda Nacional

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A magnitude dos protestos levou autoridades estaduais a colocarem a Guarda Nacional em alerta em diversas regiões, especialmente em Washington D.C., Nova York, Chicago e Los Angeles. Apesar da maioria dos atos ocorrerem de forma pacífica, houve registros pontuais de confrontos entre manifestantes e grupos contrários.

O deputado republicano Mike Johnson classificou o movimento como “ódio à América” e acusou os organizadores de promoverem uma agenda “pró-Hamas”, em referência a bandeiras palestinas vistas em alguns atos. A declaração gerou forte reação de líderes democratas e ativistas, que negam qualquer vínculo com extremismo e reforçam que o foco é a defesa da Constituição dos EUA.

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Contexto e impacto

Os protestos ocorrem em um momento de crescente polarização política nos Estados Unidos, com críticas à condução do governo Trump em áreas como educação, segurança, imigração e uso das Forças Armadas. O movimento “No Kings” surgiu como resposta à retórica presidencial e ganhou força nas redes sociais, especialmente entre jovens e grupos progressistas.

Além das marchas, o dia foi marcado por discursos públicos, vigílias, performances artísticas e transmissões ao vivo que alcançaram milhões de visualizações. A hashtag #NoKingsDay ficou entre os assuntos mais comentados no X (antigo Twitter) e no TikTok.

Conclusão

O “No Kings Day” se consolidou como um marco de resistência política e expressão popular contra o que muitos consideram uma ameaça à democracia americana. Enquanto o governo minimiza os protestos, os organizadores prometem novas ações até o fim do ano, incluindo uma marcha nacional em Washington.

Fontes:
Globo – Protestos No Kings contra Trump
IG – Onda de protestos toma cidades dos EUA
Metrópoles – O que é o movimento No Kings

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