Ator, diretor e fundador do Festival de Sundance faleceu em sua casa nas montanhas de Utah, deixando um legado imortal no cinema mundial.

Adeus a um ícone da sétima arte
O mundo do cinema se despede de um dos seus maiores nomes: Robert Redford, ator, diretor, produtor e ativista, morreu aos 89 anos nesta terça-feira (16), em sua casa em Utah, cercado pela família. A informação foi confirmada por sua agente, Cindi Berger, que destacou o desejo da família por privacidade neste momento.
Carreira marcada por elegância e profundidade
Redford estrelou alguns dos filmes mais emblemáticos da história de Hollywood, como:
- Butch Cassidy (1969)
- Golpe de Mestre (1973)
- Três Dias do Condor (1975)
- Todos os Homens do Presidente (1976)
- Entre Dois Amores (1985)
Como diretor, venceu o Oscar por Gente como a Gente (1980), e recebeu um Oscar honorário em 2002 por sua contribuição ao cinema independente.
Guardião do cinema independente
Além de sua atuação nas telas, Redford foi o fundador do Instituto Sundance, que deu origem ao Festival de Sundance, hoje considerado a principal vitrine do cinema independente mundial. Cineastas como Quentin Tarantino, Steven Soderbergh e Chloé Zhao tiveram suas carreiras impulsionadas pelo festival.
Últimos anos e legado
Redford anunciou sua aposentadoria como ator em 2018, após o filme O Velho e a Arma. Sua última aparição nas telas foi em Vingadores: Ultimato (2019), em uma participação especial.
Ele deixa a esposa Sibylle Szaggars e duas filhas. Dois filhos, Scott e David, faleceram antes dele.
Conclusão
Robert Redford não foi apenas um galã rústico — foi um visionário, um guardião da integridade artística e um símbolo de consciência social. Seu legado permanece vivo nas telas, nos festivais e na memória de gerações que se inspiraram em sua arte.
O cinema perde um mestre, mas sua luz continua a brilhar em cada história bem contada.
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