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Um homem foi preso em Cuiabá, na última segunda-feira (8), após confessar ter assassinado Josivany Borges de Amorim Rodrigues, de 45 anos. O crime ocorreu em um terreno baldio, onde o acusado, Gabriel Junio de Almeida Dirceu, alegou ter atacado a vítima com pedras e, em seguida, queimado seu corpo.
A prisão foi realizada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Gabriel foi detido no bairro Dom Aquino e, ao chegar à delegacia, admitiu a autoria do crime. Ele alegou que conheceu Josivany em uma “boca de fumo” e a convidou para usar drogas.
Durante o trajeto, após um desentendimento, ele empurrou a mulher para um matagal e a agrediu com várias pedras, resultando em sua morte por traumatismo craniano, conforme laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Após cometer o feminicídio, o suspeito comprou gasolina em um posto de combustíveis e queimou o corpo da vítima. O crime gerou revolta na comunidade e chamou a atenção das autoridades locais, que reforçaram a importância da denúncia de casos de violência contra a mulher.
| Data da Prisão | Nome do Acusado | Idade da Vítima | Causa da Morte |
|---|---|---|---|
| 08/06/2026 | Gabriel Junio de Almeida Dirceu | 45 | Traumatismo craniano |
O caso de Gabriel Junio ilustra uma preocupação crescente com a violência de gênero em Mato Grosso. As estatísticas mostram que os índices de feminicídio têm se mantido alarmantes, evidenciando a necessidade de ações mais eficazes para proteger as mulheres e prevenir tais crimes.
O incidente recente pode impulsionar discussões sobre políticas públicas voltadas para a proteção das vítimas e a responsabilização dos agressores.
Além da dor e do sofrimento causados às famílias, casos como este afetam a comunidade, levantando questões sobre segurança e justiça. A mobilização social é essencial para enfrentar a cultura da violência e promover um ambiente mais seguro para todos.
A vítima, Josivany Borges, foi assassinada por Gabriel Junio, que alegou atacá-la com pedras e queimou seu corpo após o crime.
Gabriel foi preso pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) após confessar o crime.
A causa da morte foi traumatismo craniano, conforme atestado pela perícia.
A prevenção envolve educação, conscientização e políticas públicas eficazes para proteger as mulheres e combater a violência de gênero.
O caso de Gabriel Junio de Almeida Dirceu, que confessou ter assassinado Josivany Borges de Amorim Rodrigues, é um exemplo claro da necessidade urgente de medidas mais rigorosas contra a violência de gênero.
É fundamental que a sociedade se una para combater o feminicídio e proteger as vítimas.
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]]>O post Ministério Público denuncia pai por feminicídio de filha de 1 ano em Aracruz apareceu primeiro em Portal Redevix Notícias.
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O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) denunciou Admilson de Jesus Agapito pela morte da própria filha, Eloara de Jesus Izidorio, de apenas 1 ano e 11 meses. O caso, que chocou moradores de Aracruz, no Norte capixaba, ocorreu em abril deste ano e envolveu agressões físicas e extrema crueldade contra a criança.
A Promotoria de Justiça Criminal de Aracruz apresentou a denúncia, acusando Admilson de feminicídio dentro do contexto de violência doméstica e familiar. O MPES também destacou agravantes, como a vítima ser menor de 14 anos e o uso de métodos que impossibilitaram a defesa da criança.
Além disso, a tortura e crueldade foram mencionadas como formas de execução do crime.
De acordo com as investigações, Eloara vinha sofrendo agressões físicas recorrentes, o que resultou em lesões graves. Dias antes de sua morte, ela teria sido atacada, sendo lançada contra a cabeceira de uma cama após chorar de fome, um episódio que agravou seu estado de saúde.
O MPES fundamentou a denúncia em diversos elementos coletados durante a investigação, incluindo:
| Elemento | Descrição |
|---|---|
| Laudos periciais | Análises técnicas que comprovam as agressões. |
| Exame cadavérico | Resultados que indicam a causa da morte. |
| Depoimentos de testemunhas | Informações coletadas de pessoas que presenciaram os fatos. |
Além disso, mensagens e áudios também foram utilizados como provas. As apurações revelaram um histórico de maus-tratos, reforçando a tese de que a criança foi vítima de violência contínua, que culminou em sua morte.
Este caso levanta discussões sobre a violência doméstica e a necessidade de políticas públicas mais eficazes para a proteção de crianças e adolescentes. O MPES destacou que a mãe de Eloara, que inicialmente era investigada, teve o inquérito arquivado por falta de provas, evidenciando o contexto de vulnerabilidade social e familiar que permeia a tragédia.
A responsabilização do pai é um passo importante, mas é fundamental que haja um acompanhamento contínuo para evitar que situações semelhantes ocorram no futuro.
O Ministério Público afirmou que continuará monitorando o processo e tomará todas as medidas necessárias para garantir a responsabilização de Admilson. O compromisso com a defesa da vida e da dignidade das crianças é um aspecto central da atuação da Promotoria.
Ele é acusado de feminicídio pelo Ministério Público, em um contexto de violência doméstica.
A mãe foi inicialmente investigada, mas o inquérito foi arquivado por falta de provas.
A denúncia inclui laudos periciais, exames cadavéricos, depoimentos de testemunhas e registros fotográficos.
O caso de Admilson de Jesus Agapito, denunciado pelo MPES pela morte de sua filha Eloara, destaca a gravidade da violência contra crianças e a importância de medidas eficazes para proteção e responsabilização.
A denúncia representa um passo crucial na luta contra o feminicídio e a violência doméstica no Brasil.
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]]>O post Dosimetria da pena: Senado exclui vetos da votação apareceu primeiro em Portal Redevix Notícias.
]]>A dosimetria da pena teve três dispositivos vetados excluídos da análise do Congresso por decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Os itens considerados prejudicados tratavam especificamente de crimes hediondos, feminicídio e atuação de milícias privadas. A exclusão ocorreu na manhã desta quinta-feira, horas antes da sessão conjunta prevista para analisar os vetos presidenciais. Segundo fontes oficiais do Senado, a medida seguiu critérios regimentais que permitem ao presidente da Casa considerar prejudicados dispositivos já superados por outras votações.
A decisão de Alcolumbre gerou reações imediatas entre parlamentares da base governista e da oposição. Deputados que defendiam a derrubada dos vetos classificaram a exclusão como manobra política para evitar derrota do governo. Já aliados do Palácio do Planalto comemoraram a decisão, afirmando que os dispositivos poderiam gerar distorções no sistema penal brasileiro. A votação dos demais itens do projeto de lei sobre cálculo de penas seguirá normalmente, mas sem os pontos mais polêmicos que envolviam crimes considerados de maior gravidade pela legislação nacional.
O presidente do Senado possui prerrogativa regimental para considerar prejudicados dispositivos que já foram superados por outras decisões legislativas ou que perderam objeto. Esse mecanismo é previsto no Regimento Interno e visa evitar votações desnecessárias. No caso da dosimetria da pena, Alcolumbre aplicou esse entendimento aos três dispositivos mais controversos. Para entender melhor o funcionamento do sistema legislativo brasileiro, confira nosso guia sobre política no Brasil.
Os crimes hediondos e o feminicídio eram os pontos mais sensíveis dos vetos à dosimetria da pena que foram excluídos da votação. O dispositivo vetado pretendia estabelecer critérios diferenciados para o cálculo de penas nesses delitos, ampliando a margem de punição em casos específicos. Defensores da proposta argumentavam que crimes graves necessitam de tratamento penal mais rigoroso, enquanto juristas alertavam para possíveis inconstitucionalidades. A exclusão desses itens da pauta mantém o atual sistema de cálculo previsto no Código Penal brasileiro para esses tipos de crime.
O feminicídio, classificado como crime hediondo desde 2015, continuará seguindo as regras atuais de dosimetria sem as alterações propostas no projeto vetado. Organizações de defesa dos direitos das mulheres manifestaram preocupação com a decisão, alegando que mudanças no cálculo de penas poderiam coibir a violência de gênero. Por outro lado, especialistas em direito penal afirmaram que as alterações vetadas poderiam gerar desproporcionalidade nas sentenças. O tema deve retornar ao debate legislativo em novos projetos de lei ainda em 2026.
O debate sobre a aplicação de novos critérios de dosimetria da pena em crimes hediondos divide juristas e legisladores há anos. As propostas vetadas buscavam aumentar o peso de determinadas circunstâncias agravantes nesses delitos. Críticos apontavam risco de violação ao princípio da proporcionalidade. A discussão sobre segurança pública e sistema penal pode ser acompanhada em nosso especial sobre concurso Polícia Penal ES, que aborda temas relacionados.

Os vetos considerados prejudicados pela presidência do Senado não passarão por votação no plenário do Congresso Nacional. A decisão de Davi Alcolumbre foi publicada oficialmente na manhã desta quinta-feira e fundamenta-se no artigo 65 do Regimento Comum do Congresso. Segundo especialistas consultados pela Presidência da República, quando dispositivos perdem objeto ou são superados por outras normas, podem ser excluídos da ordem do dia. A medida evita que o plenário perca tempo com análises desnecessárias de matérias já resolvidas por outros meios.
A declaração de prejudicialidade não pode ser questionada pelo plenário, sendo uma prerrogativa exclusiva do presidente da Casa legislativa. Parlamentares insatisfeitos com a decisão apenas podem recorrer ao Supremo Tribunal Federal alegando violação ao devido processo legislativo. No caso da votação sobre dosimetria, não há indicações de que algum grupo fará esse tipo de recurso. Os demais dispositivos do projeto de lei seguem para análise normal na sessão conjunta prevista para as 14h desta quinta-feira.
Apesar da exclusão de três dispositivos importantes, a votação da dosimetria no Senado ainda abrange diversos outros pontos do projeto de lei. Serão analisadas mudanças no cálculo de penas para crimes comuns, critérios de atenuantes e agravantes gerais, além de regras de progressão de regime. A sessão conjunta deve durar cerca de três horas. Acompanhe outras notícias do Espírito Santo e do Brasil em nosso portal.
A exclusão dos dispositivos sobre dosimetria da pena para crimes graves gera impactos diretos no sistema de justiça criminal brasileiro. Juízes e tribunais continuarão aplicando as regras atuais do Código Penal para calcular sentenças em casos de feminicídio, crimes hediondos e atuação de milícias. Especialistas estimam que cerca de 15 mil processos anuais envolvendo esses delitos seriam afetados caso as mudanças propostas entrassem em vigor. A manutenção do status quo traz previsibilidade para operadores do direito, mas frustra setores que defendiam endurecimento penal.
Do ponto de vista social, organizações de defesa de direitos humanos celebraram a decisão, argumentando que as alterações vetadas poderiam aumentar o encarceramento em massa. Por outro lado, entidades de vítimas de violência criticaram duramente a exclusão dos dispositivos da pauta. O debate sobre reforma do sistema penal brasileiro permanece acirrado e deve ganhar novos capítulos ao longo de 2026. Economicamente, a manutenção das regras atuais evita custos adicionais de adaptação do sistema prisional e de capacitação de magistrados para aplicar novos critérios de dosimetria.
A decisão de Davi Alcolumbre sobre a dosimetria da pena tem repercussões políticas que vão além do debate jurídico. Analistas apontam que a manobra regimental fortalece a posição do governo em temas sensíveis de segurança pública. A exclusão dos dispositivos mais polêmicos evita desgaste político para o Palácio do Planalto em ano eleitoral. Para mais análises sobre o cenário político nacional, visite nossa seção de política no Brasil no Portal RedeVix.
Entenda os números por trás da decisão do Senado sobre cálculo de penas
Dispositivos excluídos da votação pelo Senado
Redução média de pena com nova dosimetria
Crimes hediondos no Brasil por ano
Casos de feminicídio registrados em 2025
| Aspecto | Antes do Veto | Após Exclusão |
|---|---|---|
| Crimes hediondos | Incluídos na nova dosimetria | Mantém regras anteriores |
| Feminicídio | Teria cálculo alterado | Permanece inalterado |
| Milícias privadas | Nova metodologia aplicável | Regras antigas mantidas |
| Votação no Congresso | Todos os vetos seriam analisados | Dispositivos prejudicados excluídos |
A dosimetria da pena é o método usado por juízes para calcular a duração exata da punição de um condenado. Considera circunstâncias agravantes, atenuantes e a gravidade do crime para definir a sentença final dentro dos limites legais.
A votação sobre vetos à dosimetria estava prevista para quinta-feira no Congresso. O presidente Davi Alcolumbre excluiu dispositivos sobre crimes hediondos e feminicídio, considerando-os prejudicados antes da sessão.
A exclusão dos vetos sobre dosimetria mantém as regras atuais para crimes graves como feminicídio e crimes hediondos. Isso preserva as penas mais rigorosas para essas condutas, impactando diretamente a segurança pública.
Davi Alcolumbre considerou prejudicados os dispositivos sobre dosimetria relacionados a crimes hediondos, feminicídios e milícias privadas. A decisão técnica retira esses pontos da pauta de votação do Senado nesta quinta-feira.
Crimes hediondos, feminicídio e organizações criminosas tipo milícias privadas ficaram excluídos da nova dosimetria. Esses delitos graves continuarão seguindo as regras tradicionais de cálculo de pena já estabelecidas na legislação.
Parágrafo 1: A dosimetria da pena voltou ao centro do debate após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, excluir da votação os dispositivos relacionados a crimes hediondos, feminicídio e milícias privadas. A decisão mantém as regras atuais para esses crimes graves, preservando critérios mais rígidos de punição e evitando possíveis reduções de penas para condenados por delitos considerados mais severos pela legislação brasileira.
Parágrafo 2: Acompanhe as atualizações sobre a votação no Congresso e entenda como essas decisões impactam o sistema de justiça criminal brasileiro. Compartilhe este conteúdo e deixe sua opinião nos comentários do Portal RedeVix sobre a exclusão desses vetos da pauta.
Créditos
Fonte: UOL Notícias
Data original: 01/05/2026
Conteúdo gerado com CLAUDE AI e curadoria do Portal Redevix Notícias.
Caráter informativo. Consulte as fontes oficiais para confirmação.O post Dosimetria da pena: Senado exclui vetos da votação apareceu primeiro em Portal Redevix Notícias.
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